quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O diário mais famoso do mundo é adaptado para banda desenhada

O Diário de Anne Frank começou a ser escrito há 75 anos, foi publicado pela primeira vez há 70, e para celebrar as efemérides vai ser agora lançado numa nova versão: a sua primeira e única adaptação a banda desenhada.

Tendo como base os textos originais de Anne Frank presentes na versão definitiva do Diário, este livro ganha nova vida pelas mãos do argumentista e realizador Ari Folman e do ilustrador David Polonsky. O Diário de Anne Frank - Diário Gráfico é publicado pela Porto Editora amanhã.

Esta edição inaugura um novo conceito, o de «diário gráfico», patenteado pela Fundação Anne Frank, principal dinamizadora deste projeto que ilustra os 743 dias que Anne Frank viveu escondida, com mais 7 pessoas, num anexo em Amesterdão.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Toda a poesia de Eugénio de Andrade num só livro

A Assírio & Alvim publica a 21 de Setembro Poesia, um livro que em 672 páginas compila toda a poesia de Eugénio de Andrade, a partir da última edição revista em vida pelo autor e com prefácio de José Tolentino Mendonça.
«Já passou uma década do seu desaparecimento, e o tempo encarregar-se-á de revelá-lo, sempre mais decididamente, como um clássico da literatura portuguesa e europeia. Há que dizê-lo com as letras todas: Eugénio de Andrade revolucionou a nossa poesia. Até ele a poesia era uma espécie de ponto de passagem para outra coisa, representação de uma realidade anterior ou para lá do próprio poema. Com ele a poesia deixa de ser veículo e torna-se substância de si. Termina o primado da ideia sobre a palavra. Por isso, como sublinhou Prado Coelho, "em Eugénio de Andrade, o poema é, na sua admirável transparência, duma opacidade total: ele não permite que se veja através dele, porque continuamente nos reafirma que tudo está nele". E Eduardo Lourenço dirá, em registo lapidar, que "a sua poesia é a primeira poesia da poesia da nossa Literatura".»
José Tolentino Mendonça

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Dan Brown e Ken Follett vêm a Portugal apresentar os seus novos livros

São dois nomes de peso. Já venderam milhões de livros em todo o mundo. E estarão no nosso país para apresentarem os seus novos livros.
O escritor britânico Ken Follett, autor de thrillers e romances históricos que em Portugal são publicados pela Editorial Presença, vai estar em Portugal no dia 24 de Setembro, em Lisboa, para o lançamento do seu novo livro da série Kingsbridge, Uma Coluna de Fogo, obra que a partir do dia de hoje já está à venda. O evento de apresentação é no Centro Cultural de Belém, em Belém, às 15h.

Origem, o novo livro de Dan Brown, chegará às livrarias portuguesas a 4 de Outubro, pela mão da sua editora portuguesa de sempre, a Bertrand. Este que é um dos livros mais esperados do ano será apresentado pelo autor a 15 de Outubro, também no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

domingo, 10 de setembro de 2017

Alguns dos livros que até ao final do ano serão publicados

São dezenas e dezenas os livros que vão marcar a rentrée literária este ano. Vários grupos editoriais e pequenas editoras já deram a conhecer alguns títulos que até ao final do ano chegarão às livrarias.

As novidades do Grupo Porto Editora (Porto Editora, Assírio & Alvim, Sextante Editora, Livros do Brasil, Albatroz e Coolbooks) englobam mais de 75 títulos, com apostas na ficção estrangeira e nacional. Destaque para a adaptação gráfica do icónico Diário de Anne Frank e um novo romance de Isabel Allende.


O Grupo BertrandCírculo (Bertrand, Quetzal Editores, Temas e Debates, Círculo de Leitores, Contraponto, Pergaminho, ArtePlural, GestãoPlus e 11x17) já anunciou também os cerca de 80 livros com publicação prevista até ao final do ano. Na ficção, a Bertrand Editora publicará Nada, de Janne Teller, publicado em mais de 30 países e inicialmente proibido na Dinamarca, país no qual hoje é de leitura obrigatória. Um dos livros mais esperados do ano, Origem, de Dan Brown, chegará às livrarias a 4 de Outubro. Um dos destaques da Pergaminho é Você Pode Falar com Deus, de Pedro Siqueira (desde 8 deste mês à venda). O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas, de José Tolentino Mendonça, será publicado a 22 de Setembro com o selo da Quetzal. Na senda daquilo a que já habituou o leitor em obras anteriores, tanto de reflexão teológica e filosófica como de poesia, o poeta nascido na Madeira abre as páginas de um livro singular e corajoso: o das perguntas sobre a nossa vida.


Pela Planeta Editora será lançado ainda no decorrer deste mês o novo livro deo autor do best-seller A Bibliotecária de Auschwitz. A Céu Aberto, de Antonio Iturbe, é um romance biográfico, muito bem documentado sobre uma das grandes figuras do século XX: Antoine de Saint-Exupéry. Da mesma autora de A Viúva, considerado pela imprensa portuguesa e blogosfera literária como um dos melhores thrillers do ano passado, chega em Outubro O Silêncio, o novo thriller psicológico de Fiona Barton. Outra grande aposta da editora chega em Novembro: O Dom da Ira, onde o autor - neto de Mahatma Gandhi e também ele um activista da não-violência - recupera ensinamentos de Gandhi e adapta-os aos dias de hoje.


Algo inédito: Prometo Falhar Todos os Dias, o novo livro-caderno (e agenda) de Pedro Chagas Freitas, está ainda em pré-venda e já vai para a 2.ª edição. Este novo livro do autor tem a chancela da Desrotina.

Muitos outros títulos de várias editoras, de géneros literários diversos, ocuparão os escaparates das livrarias nos próximos meses. Em seguida, uma pequena compilação das capas e títulos.


História Íntima da Humanidade, de Theodore Zeldin
O Teu Rosto Amanhã, de Javier Marías 


Memórias de Uma Cortesã, de Wray Delaney
O Homem Que Perseguia a Sua Sombra, de David Lagercrantz 


A Mulher do Meu Marido, de Jane Corry
Delírio Total, de Norman Ohler 


Uma Coluna de Fogo, de Ken Follett
Entre Amigos, de Amos Oz 


O Monarca das Sombras, de Javier Cercas
Poesia, de Eugénio de Andrade


O Comboio Errado, de Jeremy De Quidt
A Invenção da Ciência, de David Wooton 


Em Fuga, de C.L. Taylor
A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead 


Ébano, de Ryszard Kapuscinski
Os Corpos, de Rodrigo Magalhães 


A Queda de Um Homem, de Luís Osório 
Instrumental, de James Rhodes 


As Cores do Amor, de Karina Velasco
O Efeito Cascata, de Greg Wells  


Somente a verdade, de José Paulo Cavalcanti Filho
Mais Pares Difíceis da Língua Portuguesa, de Sandra Tavares e Sara Leite 


Frida, de Sébastien Perez e Benjamin Lacombe

terça-feira, 5 de setembro de 2017

«Cidadela», o longo poema em prosa de Saint-Exupéry, regressa às livrarias

Cidadela constitui a súmula de Antoine de Saint-Exupéry e das suas meditações de toda uma vida e chega a 7 de Setembro às livrarias com a chancela Livros do Brasil. Narrado na primeira pessoa por um rei de um território onde o deserto se perde de vista, esta é uma conversa consigo mesmo e com o divino, sobre a humanidade, sobre a vida, sobre o amor e a busca do sublime. A tradução e o prefácio são assinados por Ruy Belo.

Texto sinóptico
(...) Cidadela é simultaneamente um monumental exercício de linguagem, um longo poema em prosa, que Saint-Exupéry começara a escrever em 1936 e que não teve tempo para concluir. Na manhã de 31 de julho de 1944, levantou voo da Córsega e nunca mais voltou à base - terá sido abatido pela Luftwaffe perto da região de Grenoble-Annecy.

Este é pois um texto incompleto, mas de uma riqueza ímpar, a cuja tradução Ruy Belo dedicou dois anos e sobre o qual escreve: «Não temos rebuço em afirmar que Cidadela passará à história, iluminada pelo conjunto da produção de Saint-Exupéry, como uma das obras-primas do nosso tempo.»

Outras obras do escritor: Correio do Sul, Voo Noturno, Piloto de Guerra e O Principezinho.

Biografia de Saint-Exupéry, da autoria de Paul Webster: Antoine de Saint-Exupéry: Vida e Morte do Principezinho.

sábado, 2 de setembro de 2017

«A Mulher do Camarote 10», de Ruth Ware

Editora: Clube do Autor
Data de publicação: 05/07/2017
N.º de páginas: 344
Depois do seu livro de estreia, Numa Floresta Muita Escura (Abril, 2016), a Clube de Autor publicou no início de Julho o novo romance de Ruth Ware, escritora inglesa que segundo o Guardian é considerada a Agatha Christie do século XXI — um elogio arrebatador para uma autora que apresenta o seu segundo trabalho no panorama dos tríleres de crime psicológico.
Traduzido por Eugénia Antunes a partir de The Woman in Cabin 10, esta nova história remete o leitor para a actualidade londrina e norueguesa. Quem nos narra todos os acontecimentos da trama é Laura (Lo) Blacklock, uma jornalista de viagens de 32 anos, que fica incumbida de fazer a cobertura da viagem inaugural de um pequeno mas luxuoso barco. Todavia, devido a dois acontecimentos (a sua casa é assaltada e ela tem uma discussão com Judah, o namorado) que antecedem a esse seu novo desafio profissional, a sua ansiedade dispara exponencialmente, fazendo com que o seu estado anímico e psicológico fique destabilizado.
Já em pleno cruzeiro, a bordo do Aurora Borealis, com apenas 10 camarotes, Lo auspicia que essa viagem não seja apenas de trabalho; idealiza recuperar energias e relaxar. Mas logo na primeira noite, estando no seu camarote, ela acorda sobressaltada devido ao som estridente de alguém ou algo a ser lançado ao mar. Lo ao abrir a portada, repara que na balaustrada da varanda anexa, a do camarote n.º 10, há pingos de sangue. Depois de reportar o sucedido ao chefe de segurança do barco, este informa que não há justificação para iniciar uma investigação policial, e aconselha-a a descansar um pouco. Pelos vistos, o excesso de álcool que bebeu ao jantar e o seu histórico médico depressivo não jogam a seu favor, e ninguém acredita no que ela diz, principalmente que pediu nessa tarde um rímel emprestado a uma rapariga que estava nesse camarote. «Há um assassino neste barco. E ninguém sabe disso a não ser eu», diz, e acrescenta: «Se a história vier a público, o futuro do Aurora não será muito risonho.»
Quem é afinal a mulher do camarore 10? A amante de algum dos magnatas que estão a bordo? Alguém que tentava sair do país clandestinamente? Ou será que tudo será fruto da mente «neurótica» de Laura Blacklock? Estas interrogações permanecem em supense até ao virar da última página.
A primeira impressão que ficamos sobre A Mulher do Camarote 10 após lermos a sua sinopse é a de que a história tem grande potencial para captar bons momentos de leitura — crimes em alto mar, em cruzeiros, não são assim tão vulgares em romances psicológicos. Após folheadas as primeiras páginas, é notório o talento de que Ruth Ware em tecer um bom início de trama e apresentar uma personagem principal tão complexa. É através de pequenos laivos de prolepses — um recurso narrativo que funciona bem neste romance — ao longo dos capítulos que a autora vai desvendando e criando mais suspense no leitor, fazendo com que este auspicie chegar ao epílogo o quanto antes. A verdade é que a parte final revela-se muito intensa e surpreendente.
A Mulher do Camarote 10, que já se sabe que vai ser adaptado para cinema em breve, é uma leitura que recomenda-se para quem é seguidor deste género de livros. Em relação à comparação que os média têm feito de o estilo literário de Ruth Ware ser idêntico ao de Agatha Christie, esse paralelo revela-se infundamentado — quem leu mais de 30 policiais da ‘Rainha do Crime’ tem a obrigação de refutar esta comparação inusitada e desnecessária em termos de marketing.
De referir também que a equipa de design da Editora Clube de Leitor podia estar mais em sintonia com o editor que ficou encarregue deste título, pois a imagem do grande navio que vem na capa não corresponde ao pequeno barco que é descrito no romance.

Seis livros que vão surgir nos escaparates das livrarias em Setembro

A Filha do Pântano, de Karen Dionne
Finalmente, Helena tem a vida que merece. Um marido dedicado, duas filhas lindas, um negócio que preenche os seus dias. Mas, quando um presidiário se evade violentamente de uma prisão vizinha, apercebe-se de que foi ingénua ao pensar que poderia deixar para trás os seus piores momentos. Helena tem um segredo: é o resultado de um rapto. O seu pai sequestrou a sua mãe quando esta era adolescente e manteve-a em cativeiro numa cabana remota nos pântanos da Península Superior do Michigan. Sem eletricidade, sem aquecimento, sem água canalizada, Helena, nascida dois anos depois do rapto, adorava a sua infância. E, apesar do comportamento por vezes brutal do pai, amava-o... até descobrir exatamente até que ponto uma pessoa podia ser selvagem.

Vinte anos depois, enterrou o passado tão profundamente que nem sequer o marido sabe a verdade. Mas, agora, o seu pai matou dois guardas prisionais e desapareceu num pântano que conhece melhor do que ninguém. A polícia começa a caça ao homem, mas Helena sabe que os agentes não têm qualquer hipótese de o apanhar. Sabe que há apenas uma pessoa que conta com as estratégias necessárias para encontrar alguém preparado para sobreviver a uma catástrofe e a quem o mundo chama «o rei do pântano»... porque há apenas uma pessoa que ele próprio treinou: a sua filha.


Dois Irmãos, de Milton Hatoum

Em Manaus, grande porto nas margens do rio Negro, na Amazónia, vivem-se as décadas douradas de Febre da Borracha, no dealbar do século XX. Na casa da família de Halim, a convulsão é de outra natureza.
Yaqub e Omar são gémeos idênticos, nascidos no seio de uma família de origem libanesa. Parecem-se muito, mas por dentro são diametralmente diferentes. Yaqub é silencioso e introspectivo e passa o tempo com a cabeça enfiada em livros. Por seu lado, Omar, o preferido da mãe, é de caracter alegre e impulsivo. Une-os - ou separa-os - a paixão pela mesma mulher e a disputa pelo amor dos pais.
Depois de alguns anos a viver no Libano, Yaqub regressa ao Brasil e instala-se numa vida de sucesso. Omar, pelo contrário, entre numa espiral de vícios, rancores, conflitos insolúveis e relações incestuosas.
Há ainda Nael, filho da empregada da casa. Também ele tem os seus fantasmas e tenta, na busca, pela identidade do pai, reconstruir o seu passado. É ele quem nos conta a história do lento declínio da família, numa casa que se desfaz, imersa no sufocante calor da Amazónia, num quotidiano minado pela paixão, a vingança e o incesto.
Da autoria das vozes maiores da literatura brasileira contemporânea, Dois Irmãos é uma tapeçaria de personagens inesquecíveis, um retrato vibrante de uma cidade e de um país em mudança, uma reflexão sobre o futuro que é possível reconstruir a partir das ruínas.


A CIA no Vaticano, de Eric Frattini

Quando, em junho de 2013, Edward Snowden revelou que a Agência de Segurança Nacional norte-americana havia espiado milhões de pessoas, incluindo chefes de Estado, descobriu-se que ninguém havia escapado a esta operação de espionagem, nem mesmo Jorge Mario Bergoglio ou os cardeais que haviam eleito o novo Papa.
Nada de novo para as organizações de serviços de informação dos Estados Unidos, que sempre consideraram o Vaticano, com a sua densa rede de relações diplomáticas, uma das principais e mais fiáveis fontes de informação sobre o que se passa em todo o mundo. Ou seja, um Estado cujo peso político em assuntos internos de outros países tem sido inversamente proporcional ao seu tamanho.
Neste livro, Eric Frattini mostra como as agências norte-americanas, e a CIA em particular, têm registado, estudado, recolhido informação e comentado os movimentos e declarações de todos os papas, desde Pio XII até Francisco.

Um Mais Um, de Jojo Moyes

Uma mãe por conta própria
Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha.
E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…

Uma família caótica
Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar.
Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola.
Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…

Um desconhecido atraente
Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…

Uma história de amor inesperada
Um mais um - A fórmula da felicidade é um romance cativante e original sobre duas pessoas que se encontram em circunstâncias difíceis.

Atrai Pessoas Fantásticas para a Tua Vida, de Diana Gaspar

Sentes que vives para agradar os outros? Que estás condicionado pelas opiniões dos amigos ou da família? Que, por mais que te esforces, parece que só atrais relacionamentos tóxicos que te sugam energia e te causam sofrimento e angústia? Tens receio do que os outros vão pensar? Que a sorte parece não bater à tua porta quando se trata de uma relação amorosa?

Em onze passos, a psicóloga Diana Gaspar ensina-nos neste livro a atrair pessoas fantásticas para as nossas vidas. Relações saudáveis, baseadas no respeito mútuo, onde vale a pena investir o nosso tempo e energia. Para isso, antes de mais, é preciso limpar e arrumar a nossa vida, repensar as nossas crenças, porque aquilo em que acreditamos condiciona a nossa energia para viver e aquilo que atraímos. Depois é fundamental identificar o caminho que queremos seguir, construindo um amor-próprio sólido e imune à manipulação, à inveja e à toxicidade dos outros.


Orgulho e Preconceito
de Jane Austen

Quem nunca quis um Mr. Darcy na sua vida? Ser rebelde e independente como Elizabeth? Encarar o mundo com a pureza de Jane? Ou dar duas boas bofetadas a alguém que se comporte como Wickham? Orgulho e Preconceito veio, seduziu e ficou.
Esta é a história da família Bennet: cinco filhas por casar e uma mãe que só pensa em encontrar-lhes maridos.
Elizabeth Bennet e Mr. Darcy dão corpo a um dos maiores romances de sempre. Se ela chega a jurar que jamais gostará dele, até por ele ter antes ferido o seu orgulho, os imensos mal¬-entendidos e algumas peripécias poderão dar um outro rumo ao enlace. Estará Mr. Darcy disposto a quebrar o seu preconceito de classe? Não seremos, nós, verdadeiros inocentes ao julgar apenas pelas primeiras impressões?
«Se o verdadeiro teste para um grande romance é voltar a lê-lo e redescobrir as alegrias de uma nova leitura, então Orgulho e Preconceito rivaliza com qualquer romance jamais escrito», jurou Harold Bloom, a maior autoridade da grande literatura.