sexta-feira, 21 de julho de 2017

Nova publicação Pactor: «Terapia de Bem-Estar - Psicoterapia breve para o bem-estar psicológico»


A editora PACTOR acaba de publicar a obra Terapia de Bem-Estar – Psicoterapia breve para o bem-estar psicológico, da autoria do conceituado psiquiatra italiano Giovanni A. Fava.

O livro
A Terapia de Bem-Estar (TBE) é uma técnica psicoterapêutica inovadora que vai ser implementada em Portugal. Um método de curta duração e que não recorre ao uso de fármacos, centrando-se na auto-observação e interação entre o paciente e o terapeuta.

Esta terapia revolucionária, nomeadamente como alguns dos sintomas de doenças na maior parte dos casos é provocada pela nossa mente, pela forma como estamos e vivemos.

A Terapia de Bem-Estar é uma terapia diferente das que são aplicadas atualmente, em Portugal, pois foca-se em seis domínios do funcionamento pessoal: controlo ambiental, crescimento pessoal, propósito de vida, autonomia, autoaceitação e relações positivas com os outros. Baseia-se assim numa ligação entre o corpo e a mente, numa conexão que se prende pela maneira como nos sentimos, que tem como propósito alcançar o equilíbrio pessoal.

Publicada em cinco idiomas, a obra destinada a psiquiatras, psicólogos, terapeutas e a outros profissionais dentro do campo da medicina como, por exemplo, medicina familiar, pediatria e reabilitação e, também, a todos os que têm interesse em aprofundar um pouco mais o seu conhecimento sobre este novo tratamento, fica agora também disponível em língua portuguesa.

Terapia de bem-Estar - Psicoterapia breve para o bem-estar psicológico contou com a revisão técnica de António Barbosa, Professor Catedrático de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e coordenador do Núcleo de Psiquiatria de Ligação do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE.

Dividida em três partes - Desenvolvimento, Programa de oito sessões de terapia de bem-estar e Aplicações, abrange no total 21 capítulos:
• História • O Estudante de Filosofia e a Procura de Estratégias para Aumentar/Melhorar o Bem-Estar • Processo de Validação da Terapia de Bem-Estar • Avaliação Inicial • Sessão 1 – 8 • Programa de 4 Sessões • Depressão • Mudanças de Humor • Perturbação de Ansiedade Generalizada • Pânico e Agorafobia • Perturbação de Stress Pós-Traumático • Crianças e Adolescentes • Nova Direções • O Futuro.

O autor
Giovanni Andrea Fava é Professor de Psicologia Clínica na Universidade de Bolonha e Professor Clínico de Psiquiatria na Universidade Estadual de Nova Iorque, em Buffalo. É editor-chefe da prestigiada revista Psychotherapy and Psychosomatics E autor de mais de 500 artigos científicos, tendo realizado pesquisas inovadoras em vários campos.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Novidade infanto-juvenil: «Maria Trigueira», de Ivone Gonçalves

Maria Trigueira de Ivone Gonçalves é um álbum intimista, cujo traçado singelo das ilustrações a uma só cor cria uma atmosfera propícia à narrativa e ao sonho da protagonista a quem empresta o nome.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

«A Falta de Sentido na Vida», de Viktor Frankl

Editora: Pergaminho
Data de publicação: 21/04/2017
N.º de páginas: 168
A bibliografia de Viktor Emil Frankl (1905-1997), médico psiquiatra austríaco, conta com mais de 30 títulos. Contudo, em Portugal a obra deste que foi o fundador da Logoterapia ficou completamente desconhecida até 2012, ano em que finalmente os leitores portugueses puderam encontrar nas livrarias, numa edição a cargo da Lua de Papel, o livro mais importante da sua carreira de escritor: O Homem em Busca de um Sentido (este ano foi dado à estampa a 5.ª edição). A obra foi escrita em 1946 e nela o psicoterapeuta relata de forma emocionante como foi que sobreviveu ao holocausto tendo como alicerce de pensamento uma forma de agir inovadora.
A Falta de Sentido na Vida, traduzido a partir do título Das Leiden am sinnlosen Leben (2013) por Álvaro Gonçalves, chegou recentemente aos escaparates livreiros. Neste livro estão coligidos vários ensaios que originaram diversas conferências administradas por Viktor Frankl entre 1957 e 1975. O conceito-chave presente em todos os textos é que, quando passamos por uma situação difícil, não é o que nos acontece (as circunstâncias) que despoleta esse sentimento/emoção, mas a nossa resposta a esse acontecimento angustiante. O neurologista judeu afirma que a emoção, que constitui sofrimento, deixa de ser sofrimento logo que formamos uma ideia clara e distinta a seu respeito.
Nas primeiras páginas da obra, ficamos a conhecer a relação que o autor atribui entre a agressividade e a falta de sentido na vida e a conexão entre a sexualidade e o vácuo existencial. Um dos seus discursos (pp. 45-62) é inteiramente dedicado a elencar as principais diferenças entre a Logoterapia e a Psicanálise. Frankl diz-nos que as causas por que os pacientes sofrem não podem estar todas centradas em traumas passados; não somente os recalcamentos sexuais (Freud) ou os complexos de inferioridade (Adler) podem ser a base de um sofrimento, mas também e principalmente: a falta de sentido na vida.
Em Logoterapia, o que é entendido por Intenção Paradoxal? Quais as diferenças entre a Hiperreflexão e Derreflexão? Estas são algumas questões sobre termos deste conceito existencialista que pode ser aplicável a qualquer pessoa, em qualquer circunstância da vida.
Há várias décadas este reconhecido psicoterapeuta dizia para plateias: «Vivemos numa era em que grassa um sentimento de falta de sentido.» Os tempos mudaram. Estamos num novo século. Há coisas que se mantêm.
A Falta de Sentido na Vida é um livro altamente recomendado não só para profissionais da saúde psicológica e mental e outros, mas também para todos os que se interessam por promover o autocrescimento através do autoconhecimento.


Excertos
«Cada época tem a sua neurose — e cada época necessita da sua própria psicoterapia.» (p. 9)

«Foi especialmente esta a lição que trouxe comigo de Auschwitz e de Dachau: que os que se mostravam mais capazes de sobreviver até em situações-limite eram, sublinho, justamente os que estavam orientados para o futuro, para uma tarefa que os esperava, para um sentido que queriam realizar.» (p. 32)

«Não existe nenhuma situação de vida que não tenha verdadeiramente sentido.» (p. 40)

«(…) o homem verdadeiramente quer é, em última análise, não querer ser feliz em si mesmo, mas sim ter um motivo para ser feliz. Assim que exista um motivo para se ser feliz, surge a felicidade, brota espontaneamente o prazer.» (pp. 95-96)

«Como é verdade que até no sofrimento se pode encontrar um sentido…» (p. 114)

«(…) pouco importa se a vida de um homem é dolorosa ou prazenteira, o importante é que ela seja carregada de sentido.» (p. 121)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Aguarelas de Emmanuelle Tchoukriel ilustram 62 tipos de flores de todo o mundo

Inventário Ilustrado das Flores
de Virginie Aladjidi (texto) e Emmanuelle Tchoukriel (ilustrações)
Existem cerca de 230 000 espécies de plantas com flores no mundo. É nas florestas tropicais que encontramos a maior parte delas. Na Europa contam-se umas 12 000 espécies, das quais cerca de 5 000 podem ser observadas na Península Ibérica. As flores existem na Terra há cerca de 60 milhões de anos, bem antes dos humanos...

Do texto de apresentação
As páginas deste Inventário ilustrado das flores são um festival de cores - e de aromas sugeridos - que, através de 62 tipos de flores, nos levam de viagem por todo o mundo.

Com uma original classificação por cores para facilitar a sua localização, cada estampa desta obra engloba uma ou duas espécies de flores identificadas pelo seu nome comum e científico, altura e época de floração, a par de uma breve descrição e de alguns aspetos como a sua procedência, aplicações medicinais mas também culinárias, curiosidades ou alertas sobre o seu estado de conservação.
Outros títulos da mesma colecção da Faktoria K de Livros:

sábado, 8 de julho de 2017

Novidades Topseller: «Nem Um Som», «A Rapariga do Casaco Azul» e «O Olhar da Mente»

Nem Um Som
de Heather Gudenkauf

Um silêncio aterrador, uma leitura de cortar a respiração, da autora de Teia de Mentiras.

Para sobreviver ao perigo num mundo sem sons, todos os outros sentidos têm de estar em alerta máximo.
Após um trágico acidente, Amelia Winn perde a audição, entrando numa espiral de depressão que a leva a procurar conforto no álcool e a afastar-se de tudo o que de mais importante tem: o trabalho, o marido e, sobretudo, a enteada, que tanto ama.
Agora, passados dois anos, e com a ajuda do seu cão de assistência, Stitch, Amelia decide retomar a sua vida. Mas, quando o corpo de uma enfermeira sua amiga surge a flutuar num rio perto de casa, Amelia mergulha num mistério perturbador que ameaça destruir tudo outra vez.
À medida que as pistas começam a aparecer, o perigo volta a rondar a vida de Amelia. Quanto estará ela disposta a arriscar para trazer a verdade à superfície?

A Rapariga do Casaco Azul
de Monica Hesse

Um livro multipremiado de extraordinária beleza, que faz lembrar clássicos como A Rapariga Que Roubava Livros e O Rapaz do Pijama às Riscas

Uma história poderosa e envolvente.
Um olhar sobre a cidade de Anne Frank e sobre a força daqueles que, com pequenos gestos, lutaram contra o terror nazi.

O Olhar da Mente
Um Caso do Inspetor Van Veeteren
de Hakan Nesser

Por vezes, a verdade está mesmo à nossa frente.
Só a justiça é cega.

«O Olhar da Mente é um thriller psicológico sem igual. Este romance empolgante, de um dos principais autores suecos de policiais, podia ser o guião de um filme de Alfred Hitchcock.» The Sunday Times

Os livros que a LeYa publicará em julho

São várias e diversas as publicações que durante este mês de Julho o Grupo LeYa publicará. Literatura Lusófona, Literatura Estrangeira, Policiais e Thrillers, História e Política, Gestão, Psicologia, Culinária e livros mais o público infantil e juvenil.


Em seguida, uma lista com os títulos, os autores e as chancelas deste Grupo Editorial português que têm o selo em cada um dos livros:
Lamento de Uma América em Ruínas, de J.D. Vance (Dom Quixote)
O Ilustre Peito Lusitano, de Maria João Lehning (Oficina do Livro)
A Maravilha Imperfeita, de Andrea De Carlo (Dom Quixote)
O Castelo dos Destinos Cruzados, de Italo Calvino (Dom Quixote)
O Fator Humano, de Graham Greene (LeYa)
As Virgens Suicidas, de Jeffrey Eugenides (Dom Quixote)
O Último Amanhã, de Adam Croft (Lua de Papel)
A Seca, de Jane Harper (Asa)
Anatomia de uma Revolução, de António Barreto (Dom Quixote)
Império à Deriva, de Patrick Wilcken (Texto)
A Arte de Liderar, de Chinghua Tang (Lua de Papel)
Perry Mason e o Caso do Gato Distraído, de Erle Stanley Gardner (Asa)
Viver é (Di)fácil!, de Isabel Abecassis Empis (Oficina do Livro)
Desenrasca-te, de Renato Rocha e Tamara Alves (Oficina do Livro)
Uma Mulher em Fuga, de Lesley Pearse (Asa)
Outlander V - A Cruz de Fogo, de Diana Gabaldon (Casa das Letras)
Chef de Raiz, de Leonardo Pereira (Casa das Letras)
Odeio-te e Amo-te, de Sally Thorne (Asa)
Prata, Pratinha, Pratão!, de Sara Prata (Casa das Letras)
Os Cinco Herdeiros, de Elizabeth Adler (Quinta Essência)
A Química do Amor, de Emily Foster (Quinta Essência)
A Filha do Vigário, de Cheryl Holt (Quinta Essência)
Five Centuries of Portuguese Cuisine, de Guida Cândido (Dom Quixote)
Emoji - O Filme – Emojis para Todos, de R. J. Cregg / Sony Animation (Asa)
Emoji - O Filme – Só Tens de Ser Tu Próprio!, de Maggie Testa / Joey Chou (Asa)
Emoji - O Filme – Enciclopédia Emoji, de Cordelia Evans / Sony Animation (Asa)
Emoji - O Filme – Livro do Filme, de Tracey West / Sony Animation (Asa)
O Mistério do Gato Cómico, de Enid Blyton (Oficina do Livro)
Soy Luna - Unhas Artísticas, de Disney (Dom Quixote)
Dinotrux 3 - A União faz a Força, de DreamWorks Animation (Asa)
Dinotrux - Livro de Atividades, de DreamWorks Animation (Asa)
Hélia, a Enfermeira-chefe - Doutora Brinquedos 10, de Disney (Dom Quixote)
Como Salvei as Minhas Férias de Verão - Miles do Futuro 5, de Disney (Dom Quixote)
Lá de Cima, Cá de Baixo, de António Mota e Teresa Lima (Asa)
Informações sobres estes títulos em https://www.leyaonline.com/pt/

quinta-feira, 6 de julho de 2017

«Em Que Pensas Tu?», de Laurent Moreau

Data de publicação: 09/06/2017
N.º de páginas: 44
Um livro que estimula a imaginação, que passa a mensagem de que cada pessoa é única e pensa de modo diferente, é o que nos propõe o francês Laurent Moreau, ilustrador editorial e designer gráfico, que já publicou nove álbuns ilustrados, incluindo este Em Que Pensas Tu?, cuja primeira edição original a cargo das Edições Hélium foi dada à estampa em 2011.
Nas vinte páginas duplas, onde estão retratadas crianças, jovens, adultos e idosos, nos deparamos com sentimentos e pensamentos muito diferentes (uns positivos, outros menos) que cada um está tendo num determinado momento do seu dia.
Alegria, paixão, inveja, raiva e preocupação são algumas das sensações que a Maria, a Helena, a Laura, o Luciano, o António, o Nicolau e outros protagonistas desta história vivenciam. Mas estes sentimentos estão “camuflados” — e é este o pormenor que faz com que este livro seja incomum e especial: em cada página onde está o retrato que o autor desenhou de cada personagem e do seu sentimento/pensamento, existe uma aba interativa, onde o leitor consegue “entrar na mente” de cada um e visualizar o que cada um está a imaginar, enquanto pensa. Por exemplo: «a Maria está cheia de inveja» e descobrimos que no seu cérebro estão várias cobras a habitar, nesse instante.
Estimular a curiosidade através das várias surpresas escondidas nas páginas é a grande premissa deste álbum que demonstra de forma acutilante aos mais pequenos, que existe uma grande diversidade de pensamentos e emoções.
É de salientar em Em Que Pensas Tu? a intensidade das ilustrações que Laurent Moreau compôs: cores vivas, com destaque para as avermelhadas, pinceladas a guache e traços e padrões mais predominantes no espaço onde as abas ocultam o puzzle de emoções.
É, portanto, um álbum lúdico e interativo para leitores de todas as idades, do autor de Dias Felizes (Orpheu Negro, 2010) e Na Floresta das Máscaras (Rodopio de Letras, 2016).

domingo, 2 de julho de 2017

«Escrito na Água», de Paula Hawkins

Editora: Topseller
Data de publicação: 02/05/2017
N.º de páginas: 384
Depois do sucesso internacional que o seu livro de estreia obteve, Paula Hawkins regressa com uma nova história envolta em mistério e intriga. Mais um enredo fascinante e perturbador em igual intensidade.
Uma parte da narrativa de Escrito na Água decorre em 2015, em Beckford, numa pequena aldeia onde um rio a ladeia. O Verão desse ano fica marcado por duas mortes: a de Katie, uma jovem adolescente, e de Nel Abbott, uma fotógrafa de 41 anos que estava a escrever um livro sobre todas as mulheres que desde o século XVII foram encontradas mortas numa área específica do rio, denominada como o Poço das Afogadas.
O que têm em comum as mortes de Katie e Nel? Ambos os seus corpos foram encontrados a emergir no leito do rio. Estes suicídios ou homicídios são o epicentro da história que conta com duas mãos cheias de narradores: o nome de cada um abre os capítulos, uns falam na primeira pessoa, outros na terceira, outros capítulos são excertos do livro que Nel estava a escrever, e que, alguém ou algumas pessoas da aldeia, não queria/queriam que fosse publicado.
A quem é que Nel Abbott, uma mulher críptica, promíscua, detentora de uma maneira de ser que podia irritar as pessoas, andava a incomodar? Vários suspeitos são apontados estrategicamente por Paula Hawkins ao longo do tríler, fazendo com que o leitor desconfie de quase todos os personagens. A maioria tinha motivos, uns de longa data, outros recentes, para fazer calar esta mulher inconveniente, que andava obcecada com o rio e os seus segredos, que afirmava que «Beckford não é um local de suicídios. Beckford é um sítio onde se livram de mulheres problemáticas.»
Lena (a filha) não derramara uma lágrima quando soube da morte da mãe. Por que razão?
Jules (a irmã) não atendia os teus telefonemas nem respondia às suas mensagens, há vários anos. Que acontecimento grave fez dilacerar os laços que as uniam?
A família Wards, que vive de aparências e segredos há muito ocultos, é capaz de tudo para continuar inabalável perante a sociedade?
Será que os agentes destacados para investigar as mortes são idóneos ou escondem também uma ligação às vítimas?
Escrito na Água, igualmente sombrio e sofisticado, mas com um ritmo diferente de A Rapariga no Comboio, é uma história que se lê de forma célere, pois Paula Hawkins é mestra em elevar a fasquia da tensão, enquanto vai enganando o leitor paulatinamente, enquanto as páginas se vão virando. A escritora britânica que recentemente esteve em Lisboa, mais uma vez revela que gosta de mergulhar em histórias de pessoas como todos nós: que cometem erros, que traem, que mentem e que ocultam segredos. A sua noção fidedigna dos instintos humanos e do que os despoleta, está bem patente neste seu segundo tríler psicológico (Into The Water, tradução portuguesa a cargo de Miguel Martins), que actualmente é o livro que mais vende em Portugal.

Excertos
«Nunca me consigo lembrar do que preciso, mas as coisas que tanto queria esquecer estão sempre a ocorrer-me.» (p. 17)

«O rio pode revisitar o passado e trazê-lo à superfície e cuspi-lo nas margens para que toda a gente o veja, mas as pessoas não podem. As mulheres não podem.» (p. 99)